segunda-feira, 4 de agosto de 2014

De Saltos às Compras #3

Ontem decidi, finalmente, tentar aproveitar os saldos. A minha estratégia de jogo era, essencialmente, passar pela Bershka e pela Stradivarius para ver se conseguia encontrar algumas camisolas para o Outono/Inverno.
Por entre montes de roupa e aglomerados de gente, lá consegui encontrar algumas coisitas a um preço bastante acessível.



1. Bershka, inicialmente a 22.99€ agora a 5.99€
2. Stradivarius, inicialmente a 19.95€, agora a 9.99€
3. Bershka, inicialmente a 14.99€, agora a 3.99€


Sim, bem sei que já vou um pouco atrasada na tendência das calças coloridas. A verdade, é que sempre gostei bastante desta moda. No entanto, e por algum motivo do meu subconsciente, nunca tinha adquirido nenhumas. Ontem, ao passar pela Stradivarius, logo à entrada, vi um monte com calças e estas assim num tom menta saltaram-me à vista. As únicas no meu número! Era o destino. Tive de as trazer. 
A camisola às ricas brancas e cremes é ótima para aqueles dias mesmo frios de Inverno em que só nos apetece ficar em casa no sofá, enroscadinhos numa manta a ver filmes e a beber chocolate quente mas, infelizmente, lá temos de nos arrastar para o trabalho. É super fofinha e, os tons neutros facilitam a combinação com outras peças de roupa. Ela estava marcada a 9.99€ mas, quando cheguei à caixa, foi só 5.99€ (é deste tipo de surpresas que eu gosto). Eu sabia que estava-mos destinada uma à outra.
A outra camisola é assim num tom esverdeado e tem remendos nos cotovelos, num material que pretende imitar o couro. Achei-a super gira para aqueles dias  um pouco cinzentos de Outono. Há que dar alguma alegria a esses dias não é verdade? Comprei outra igual com riscas azuis escuras e brancas (como podem ver, gostei mesmo desta camisola). Além disso, as ricas nunca passam de moda. Podem ver-se mais ou menos, mas elas andam sempre por aí. Portanto, bem que se pode dizer que são peças intemporais.

O que acham das minhas novas aquisições? E vocês já compraram muita coisa nos saldos?

Lembrem-se:
Keep your heels, head and standards high,
Vanessa S.

sábado, 2 de agosto de 2014

Manicure de Sábado à Noite #4

Para as unhas desta semana sabia que queria algo simples e em tons de menta e turquesa. Mas não sabia bem o que fazer. Enquanto andava a navegar pelas maravilhas do facebook encontrei uma imagem que me serviu de inspiração. E pronto, deu nisto.
É uma espécie de padrão geométrico bem fácil de fazer e colorido, como se quer para o Verão (se bem que, a cor deste verão tem sido mais cinzento, como se pode ver pelo tempo...).






1. Risqué, Ultra Brilho, Linha de Tratamento
2. Cliché, Branco
3. Rimmel London, 239 Your Majesty
4. Oriflame, 26541 Turquoise
5. H&M, Mint Madness


O que acham? Gostam? Usavam?

Lembrem-se:
Keep your heels, head and standards high,
Vanessa S.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

O que queres ser quando fores grande?

Desde pequeninos que os adultos nos perguntam o que queremos ser quando formos grandes. Ouvem-se as mais variadas respostas: super-herói, médico, veterinária, futebolistas ou, no meu caso, uma bailarina. Depois fingem-se interessados e  dizem-nos que temos de estudar e trabalhar muito para isso (como se, naquela idade, estivesse-mos a prestar atenção às suas lições de vida),e que nada na vida se obtém sem esforço. Que somos muito novos e, um dia, entenderemos. Nunca percebi esta mania dos adultos. Que raio de pergunta.
Com o tempo fui crescendo e deixei de querer ser bailarina, passei a querer ser professora, depois jornalista, advogada e, finalmente, acabei por seguir psicologia. Um dia, espero vir a ser psicóloga. Mas não é só isto que quero ser.
É claro que espero ser bem sucedida profissionalmente, tem um emprego estável, gostar do que faço e, progressivamente, evoluir na carreira. Mas não é só isso que quero ser.

Desde pequenos nos perguntam o que queremos ser quando formos grandes, e esperam que lhes respondamos com uma profissão. Mas eu não quero ser só a minha profissão. Não quero ser definida por um diploma académico. Quero ser mais do que isso.
Quero ser independente, quero viajar, conhecer novas pessoas e novas culturas. Quero cometer as loucuras típicas da minha idade, quero sair, divertir-me com os meus amigos. Quero ajudar, fazer voluntariado, dar o meu contributo para a sociedade. Quero provar a mim mesma que sou capaz. Quero ter a minha casa, a minha família...
Quero ser a Doutora Vanessa, mas não só. Também quero ser a amiga, a voluntária, a filha, a namorada/mulher, a mãe...





A minha profissão será, sem dúvida, uma parte de mim. Mas, só por si, não me definirá. Porque eu quero ser muito mais do que isso.
Chegamos a uma certa idade e os adultos deixam de nos fazer este tipo de perguntas (talvez por nos começarmos a assemelhar com eles). No entanto, só agora percebi o sentido desta pergunta e a importância da sua resposta. Quando for grande não quero ser só psicóloga. Quero ser eu. Quero ser feliz.


Lembrem-se:
Keep your heels, head and standards high,
Vanessa S.

quinta-feira, 31 de julho de 2014

De Saltos às Compras #2

Depois de uma ano de trabalho e de ter conseguido atingir todos os meus objetivos profissionalmente, decidi mimar-me com um presentinho.
Andava eu a passear pelas ruas de Lisboa, a aproveitar o bom tempo e o tempo livre e eis que decido entrar na Parfois. A verdade é que precisava de uma mala nova. Uma mala grande onde pudesse levar tudo o que preciso (bem sabemos que as malas das mulheres são um verdadeiro kit de sobrevivência nesta grande selva a que chamamos cidade não é?) incluindo livros/apontamentos que tenha que levar para a faculdade no próximo semestre. Basicamente, procurava uma mala de guerra, que fosse resistente tanto em questões de peso como de intempéries. Uma mala que me fosse durar um bom tempo mas que, ainda assim, fosse bonita e elegante.  Lá andava eu na minha busca pela mala perfeita e, por entre bijuteria e carteiras, dei de caras com esta beldade:




É uma mala estruturada preta, com detalhes em dourado. Sou uma grande fã de malas pretas e, na minha opinião, são um essencial no roupeiro de qualquer mulher, uma vez que ficam bem com praticamente tudo. É suficientemente grande para andar com tudo o seja essencial à minha sobrevivência social e académica e tem ainda lá dentro uma alça que dá para colocar e usar a tiracolo ou no ombro, se assim o desejarmos. Eu, pessoalmente, faço intenções de apenas a usar no braço. Acho que é uma mala super elegante e quando a vi pensei que me parecia uma mistura entre uma mala da Prada (pela forma) e uma mala da Channel (pelas costuras à frente) mas a uma preço muito mais acessível, como é óbvio.


Padeada Tote
29.99€


Esta mala encontra-se disponível em preto e preto e nude. Ambas lindas e desejosas de fazerem parte das vossas vidas.
Já tinha visto a nova coleção da Parfois no blog A Moda ao Meu alcance neste post que podem ler aqui. Achei que era uma boa coleção como esta marca já nos tem vindo a habituar, mas quando as vi pessoalmente, apaixonei-me.
Estou mortinha para a utilizar. Espero que dure uns bons tempinhos porque esta é, oficialmente, a minha mala de doutora. Portanto, façam figas para que dure, pelo menos, até ao final da licenciatura. A qualidade parece ser boa, por isso, penso que não me vai desiludir.

O que acham da mala? Já conheciam a nova coleção da Parfois? Costumam comprar malas nesta loja?


Lembrem-se:
Keep your heels, head and standards high,
Vanessa S.

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Há uma estrela que brilha por mim...

E, de repente, somos confrontados com a realidade. A vida é efémera e o "sempre" não é tão longo quanto pensavamos. A morte existe e é o final desta longa caminhada à qual chamamos de viver. É inevitável e certa.
No decorrer dos nossos dias agitados pensamos nela, por vezes, como uma mera hipótese, algo longínquo e esquecemo-nos o quão perto pode andar de nós e dos nossos. É matreira. Ronda as nossas vidas sem que nos apercebamos e, quando damos por ela, já aconteceu. É impiedosa. Faz com que todas a nossas esperanças tenham sido em vão. Faz-nos derramar lágrimas dias a fio. Tira-nos a fome, o sono e por vezes, a vontade de viver. Tira-nos aqueles que amamos. É como uma granada: afeta todos os que estão em seu redor e ninguém sai ileso.
Como se não fosse suficiente sofrer por aqueles que jamais voltaremos a ver, olhamos à nossa volta e, familiares e amigos choram e expressão a sua dor. É um sofrimento duplo. Ver aqueles que amamos sofrer é das piores sensações deste Mundo. 
Não há nada que se possa dizer ou fazer que possa aliviar esta dor. Apenas estar lá, estar presente. Apenas um abraço apertado, que nos tente juntar quando acabámos de ficar desfeitos 1000 pedaços.
Não há forma de estarmos preparados para uma perda de um ente querido. Por mais que nos digam que há essa probabilidade, há sempre uma esperança, uma fé de que tudo corra pelo melhor. O que nem sempre acontece... É pior que qualquer dor física. Dói-nos o coração, a alma e não há nada que a faça desaparecer.
Dizem que o tempo cura tudo. Não acho que isso seja verdade. O tempo não cura, apenas atenua a dor. Aprendemos a viver com ela. A suportá-la. Com sorte, conseguimos aceitá-la. Conseguimos refazer a nossa vida, curar as feridas do coração, mas para sempre ficam as marcas desta perda. Nunca se fica igual depois de uma tragédia destas. Pensamentos e atitudes mudam. Uns ficam mais frios e (aparentemente) insensíveis, de modo a disfarçar a sua dor e a evitar sofrimentos futuros. Porque, como se costuma dizer, a melhor forma de evitar que te partam o  coração é fingir que não tens um. Outros tornam-se mais sinceros e sentimentais, apercebem-se que a vida é demasiado curta para esconderem o que sentem pelos outros. Que admitir e expressar o que sentem não é uma fraqueza mas sim uma oportunidade que podem não voltar a ter.



Eu faço parte do grupo dos sentimentais. Depois de todas as perdas pelas quais fui obrigada a passar apercebi-me que nem sempre temos tanto tempo quanto gostariamos para diz o que sentimos ou o que pensamos aos outros. Por isso, quando gosto de alguém digo. Daqui a uns tempos posso até me vir a chatear com essa pessoa e nunca mais nos voltarmos a falar. Mas, se o disse naquele momento, foi porque era o que sentia. E disso não me arrependo.
Não acredito e Deus, nem em reencarnações... Sou uma pessoa um pouco séptica. Mas forço-me a acreditar que, aqueles que me deixaram, olham por mim. Lá em cima, todas as noites, há uma estrela que brilha por mim. As pessoas que amamos nunca nos deixam realmente. Para sempre e, acima de tudo, prevalecerão as boas memórias que passamos juntos. É a saudade que nos diz que, afinal, nada foi em vão. Por pouco que tenha durado, tudo valeu a pena.




A vida é dura e, muitas vezes, cruel. Faz-nos crescer e aprender da pior forma. Exige-nos que sejamos fortes.
Aprendi a não levar a vida tão a sério. A viver cada dia como se fosse cada dia. Nem o primeiro, nem o último: o único.

Lembrem-se:
Keep your heels, head and standards high,
Vanessa S.

sábado, 26 de julho de 2014

Manicure de Sábado à Noite #3

Sou uma pessoa que adora fruta. E, logo que o calor começa a apertar, começo a comer melancia como se não houvesse amanhã. É das minhas frutas preferidas e tem imensos benefícios para a saúde. Segundo andei a investigar: é uma boa fonte de vitamina B, C e betacaroteno, cálcio, fósforo, ferro (e outros nomes complicados que pouco me dizem). É diurética e antioxidante, ajuda a prevenir o envelhecimento, o aparecimento de alguns tipos de cancro (segundo dizem) e é uma boa arma a apontar contra problemas cardiovasculares. É constituída por 90% a 92% de água, e 100g correspondem a cerca de 24 a 30 Kcal.

Com tudo isto de bom, porque não pintá-las nas minhas unhas?





1. Cliché, Branco
2. Cliché, Gótico
3. Risqué, Menta, da Coleção Arábica
4. H&M, Hot Minnie, da Coleção da Minnie
5. Risqué, Ultra Brilho, da Linha de Tratamento

O que acham? Gostam?
Também devoram melancia como eu? Ou qual é a vossa fruta preferida desta época?

Lembrem-se:
Keep your heels, head and standards high,
Vanessa S.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Seguir em Frente é diferente de Desistir

Por vezes existem vários motivos que nos fazem reviver o passado, como se dependesse-mos dele. Há pessoas que constantemente no prendem mesmo quando sabemos que tudo o que antes existia acabou. Pessoas que, apesar de tudo, continuam a tentar chamar-nos à atenção, a fazer questão de dizer que estão ali e nos impedem de seguir em frente.
Outras vezes não são os outros que nos impedem de seguir em frente, mas nós próprios. Porque, independentemente do que tenha acontecido, temos esperança que essa pessoa mude, que acorde para a vida ou que tudo volte a ser como antes. Porque sentimos que, por vezes, deixar essa pessoa é desistir dela. Quando, na maioria dos casos, o que isso significa é que seguimos em frente.

Seguimos em frente quando realmente nos apercebemos que não há volta a dar. Quando reconhecemos que já nada é o que era. Que o melhor mesmo é estar cada um para seu lado. Quando nos apercebemos que merecemos mais e melhor.
Olhar para trás, para o passado, é bom sob uma perspetiva de reflexão. De tentarmos perceber o que aconteceu. O que fizemos de bem ou de mal. Mas não podemos viver do passado. É sábio voltar atrás e tentar concertar os nossos erros. No entanto, temos de reconhecer que há coisas que não se podem concertar. A vida só pode ser compreendida se olharmos para trás, mas só pode ser vivida se olharmos em frente.

"Apenas seguir em frente. Primeiro, porque nenhum amor deve ser mendigado. Segundo, porque todo o amor deve ser recíproco." 

Eu acredito profundamente que, se algo não deu certo, é porque o futuro nos reserva algo bem melhor. Porque se o passado fosse realmente bom, não valia a pena existir futuro. Mas seguir em frente não significa esquecer, apenas quer dizer que aceitámos a situação e continuámos com a nossa vida.
Há situações que não se esquecem, especialmente aquelas que nos magoam. Vamos continuar a pensar nelas, até as aceitar-mos. Até ao ponto em que estas nos deixaram de magoar assim tanto. Vamos continuar a pensar nessa pessoa. Vamos continuara importar-nos com ela. Vamos continuar a fazer tudo isto, a ficar mais distantes até que, um dia, ela vai perder grande parte da importância que tinha para nós. Vamos conhecer pessoas novas, redescobrir velhos amigos, traçar novos objetivos... Vamos continuar a viver a nossa vida. Vamos seguir em frente.




A vida pode fazer-me tropeçar várias vezes. Mas de uma coisa podem ter a certeza: de cada vez que me levantar, vai ser com mais força, garra, determinação e sempre de cabeça erguida.
Não digo que viver seja fácil. Apenas prometo que vai valer a pena!


Lembrem-se:
Keep your heels, head and standards high,
Vanessa S.