domingo, 7 de setembro de 2014

Manicure de Sábado à Noite #5


"Mas o que é isto? Manicure de Sábado à Noite ao domingo?!"

Pois é. Era, de facto, para ter feito o post ontem. Mas foi-me mesmo impossível. Por isso, hoje, aqui está ele. Isto tarda mas não falha. Mais vale tarde do que nunca não é verdade?

Bom, esta semana inspirei-me numa foto que vi no Instagram. Decidi recriar usando cores diferentes e adicionando glitter (que deixa qualquer unha mais tchanan, mas custa os olhos da cara para tirar). É uma manicure inspirada em escamas de peixe. No entanto, faz-me lembrar uma cauda de uma sereia por causa das cores. Para não ficar um design muito pesado optei por, nos dedos indicador e mindinho, fazer apenas um degradé de menta e lilás, com glitter prateado.






1. Cliché, Gótico
2. H&M, Mint Madness
3. Oriflame, Lavend
4. Glitter prateado (não tem marca ou nome)






















O que acham? Gostam? Usavam? Sugestões para futuras manicures?


Lembrem-se:
Keep your heels, head and standards high,
Vanessa S.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Uma Princesa Guerreira, Nonô

Como dar sentido à vida, num mundo sem sentido?
A Nonô era uma pequena guerreira. Uma verdadeira princesa "côderosa". Não acompanhei pormenorizadamente a sua história mas, admiro-a pela batalha que  travou. Era apenas uma criança, mas lutou até ao fim como gente grande e com aquele fantástico sorriso. Estas notícias partem-me o coração e, afetam-me particularmente...
Ensinaste-nos muito minha pequenina. Ensinaste-nos a nunca deixar de sorrir e a nunca desistir. Nunca deixar de lutar.
Hoje, mais uma estrelinha brilhará para nós.
À família e amigos, os meu sentimentos e muita força (bem sei que, neste momento, são palavras um bocadinho ocas).










Lembrem-se:
Keep your heels, head and standards high,
Vanessa S.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

O que Vestir? |Regresso às Aulas

Setembro está aí e, não se façam de desentendidas que bem sei que, também vocês sabem o que isso significa: Regresso às Aulas (buuuu...). Bem, eu estou entusiasmada e cheia de energia para voltar à carga (não se preocupem que, assim que os trabalhos começarem, isto passa logo) mas, para quem não está assim com grande vontade, vamos lá dar assim uma motivação extra. Esta altura é uma ótima desculpa para ir às compras (como se nós, mulheres, precisasse-mos de mais pretextos). Ou mesmo, para fazer compras no nosso roupeiro. Às vezes descobrimos coisas no nosso roupeiro que já nem nos lembrava-mos que tinha-mos (só resta saber se é por um bom ou mau motivo). Façam combinações diferentes. Por vezes, improváveis. Arrisquem e divirtam-se.
Aqui ficam algumas sugestões que coordenei para vocês.

Camisa, Blanco
Saia, H&M
Sabrinas, Bershka
Colar, Parfois
Mala,Parfois


Camisa, H&M
Calças, Blanco
Sandálias, Blanco
Brincos, Parfois
Anel, Parfois
Mala, Parfois


Vestido, H&M
Casaco, H&M
Sabrinas, Parfois
Cinto, Parfois
Brincos, Parfois
Mala, Parfois

T'shirt, H&M
Calças, Pull&Bear
Blusão, Blanco
Botins, Blanco
Relógio, Parfois
Mala, Parfois


Então, entusiasmadas para voltarem à escola/faculdade/trabalho? Qual o look que mais gostam?



Lembrem-se:
Keep your heels, head and standards high,
Vanessa S.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Sou Caloiro(a) e Agora?

Aproxima-se a saída dos resultados da 1ª fase de ingresso ao Ensino Superior. É uma altura bastante stressante, os nervos estão em franja pois, muitos de vocês, podem não saber onde serão colocados e se conseguirão entrar na vossa 1ª opção, no curso que realmente querem. Depois de tudo isto, os nervos continuam. Vão entrar num novo ambiente, talvez onde não conhecem ninguém. Todos à vossa volta vos dizem que agora é que é a sério, que vão ter de estudar mais, que vai ser mais difícil... Sabem o que vos digo? Vão ser os melhores anos da vossa vida!


O ano passado também eu passei por tudo isto e, sendo eu uma pilha de nervos, uma bomba relógio com o coração aos pulos, o início foi (e é sempre) um bocadinho complicado. Nunca sabemos bem o que devemos fazer, para onde nos virar...

Eu consegui entrar na minha 1ª opção: Psicologia. No dia das inscrições dirigi-me à faculdade e, sinceramente, não sabia bem o que esperar. Mal entro pela porta dou de caras com imensos alunos mais velhos, que faziam parte de um núcleo de voluntariado interno da faculdade: O Mentorado. Basicamente este programa é constituído por alunos desde o 2º ao 5º anos onde a cada aluno novo (caloiro) é atribuído um mentor. Um mentor é assim uma espécie de anjo da guarda académico (pelo menos, para mim, foi assim que foi a minha mentora). Ele (ou ela) estão lá na semana das inscrições, ajudam-nos com tudo o que precisarmos e vão acompanhar-nos o resto do ano. Qualquer dúvida, qualquer coisa que seja preciso, temos sempre alguém a quem recorrer. E, se acham que vão chegar lá cheios de dúvidas, desenganem-se. Claro que vão perguntar (se forem deslocados) como funcionam as residências ou apartamentos para alugar, como tratar da bolsa ou mesmo como carregar o cartão para o almoço. Mas as maiores e mais frequentes dúvidas virão mais tarde. Como estudar para esta cadeira (sim, muitos de vocês vão reaprender a estudar)? Por onde devo estudar se, os professores, nos deram uma lista infinita de livros e metade deles estão em inglês? Mesmo dúvidas existenciais do género: Não sei o que estou aqui a fazer? Será mesmo este curso que quero?
O objetivo do mentor é, exatamente, apoiar os novos alunos esclarecê-los e acalmá-los. É, de facto, uma mudança bastante grande deixar o Secundário e passar para o Ensino Superior. No entanto, é preciso ter muita calma e tudo se resolve.
Muitas faculdades têm adotado este projeto e acho que ajuda imenso os caloirinhos. É tão importante que, este ano, eu própria serei mentora. Acompanharei alguns alunos novos (nem sabem onde ser vieram meter) e, confesso, que também estou um pouco nervosa, por não saber se estou à altura. Mas, darei o meu melhor para os acompanhar e aconselhar nesta grande mudança das suas vidas.

Assim como vocês haverão dezenas (por vezes até mesmo centenas) de caloiros que não conhecem ninguém e se sentem perdidos. Por isso, tentem meter conversa com alguém. Percam a vergonha (e conta mim falo). No meu primeiro dia, enquanto esperava à porta de uma sala para ter uma aula (que não iria existir), e após trocar olhares com uma rapariga que esperava ao meu lado, ela começou a meter conversa comigo. Apresentamo-nos e, hoje, somos bastante amigas. Descobrimos que tinhamos a mesma mentora, algumas coisas em comum e tornamos-nos "um pouco" inseparáveis. Acompanhamos o percurso uma da outra (ela chegou mesmo a pensar em desistir por ter medo de não estar no sítio certo) e, agora, prestes a começar o 2º ano, temos a certeza que não podiamos estar num sítio melhor.


Nunca desistas e, nas horas mais difíceis,
lembra-te sempre porque é que começaste. 


É normal ter dúvidas. Mas, se conseguiram entrar no curso que queriam, não desistam nos primeiros dias. Tentem, pelo menos, até ao final  do 1º semestre. Sim, é verdade que não é fácil, que temos de estudar mais, há muitas horas de sono perdidas (e muita cafeína a correr-nos pelas veias) mas, no final, tudo é recompensado.
Lembro-me de, mal ter entrado, os alunos mais velhos me dizerem que iam ser os melhores anos da minha vida. Que, se achava que tinha sido difícil entrar, ia ser bem mais  difícil sair. Sinceramente, isso soava-me a uma boa dose de tretas. Conversa fiada. Mas agora entendo e tudo faz sentido.

Entrei com a ideia de que tinha de me concentrar nos estudos e não me podia distrair com coisas de menor importância. Fiz um grupo de amigas, não por ter metido conversa com elas nos corredores, mas porque integrámos todas a Praxe (assunto que dá pano para mangas e abordarei noutro post). Mantivemo-nos sempre juntas e, no 1º semestre praticamente só faziamos o percurso casa-faculdade, faculdade-casa.
No final do 1º semestre abri os olhos e tomei consciência de que a faculdade não é só estudar. É conviver, é sair com os amigos, é festas académicas (apesar de ter ido a poucas)... Não se esqueçam de que têm direito a ter uma vida pessoal. É preciso algum jogo de cintura para conseguir conciliar tudo isto, mas garanto que é possível. Se tiverem algum furo e não tiverem trabalhos para fazer, fiquem no bar a jogar às cartas. Saiam para comer uma bola de berlim ou um gelado. Aproveitem todo o vosso tempo livre. Eu costumo dizer que, no secundário, o pessoal quando tem um furo, põe-se logo a correr para casa. Na faculdade (pelo menos quem gosta de lá estar) a maioria vai para o bar, esplanada, ou fica lá fora no jardim a conviver. Há mesmo pessoas que vão à faculdade, faltam às aulas e ficam no bar. E, se a ti que acabaste agora o secundário, isto te faz alguma confusão, acredita que faltar uma ou outra aula (sim, vais ter aulas sem faltas) não causa danos de maior (falo por experiência própria). Mas NÃO se ponham a faltar a tudo! É provável que comeces as tuas aulas teóricas com a sala cheia e as acabes com meia dúzia de pessoas no final do semestre (bem vindos à realidade académica meus amigos).


Ai,  ai... Vida Académica a quanto obrigas.


Isto acontece porque o ambiente na faculdade é completamente diferente, para melhor. É verdade que já ouvi falar de faculdades onde o ambiente é de cortar à faca, é super competitivo. No entanto, não acho que isto se possa generalizar. Eu e a maioria dos meus amigo que estão noutras faculdades adoramos o ambiente e as pessoas (apesar de haver sempre algumas ovelhas ranhosas, como em  todo o lado).


Saí, diverte-te, junta-te à Tuna ou ao grupo desportivo da tua faculdade, ou mesmo ao grupo de teatro. Faz amigos, conhece pessoas, lugares. Não há melhor altura para começar do zero como esta. Estuda muito e diverte-te ainda mais. Vais fazer amizades para a vida. No meu caso, senti que, finalmente, estou a fazer algo de útil para o meu futuro.
São apenas 3 anos (ou 5 no caso dos mestrados integrados) e vão passar bem mais depressa do que imaginas (parece que ainda ontem estava à espera do "bem  dito" mail...).


Vais ser caloiro(a) este ano? Qual é o curso(os) a que te candidataste? Como te sentes relativamente a esta mudança? Se já estás no ensino superior ou já o terminaste, como foi a tua experiência?

P.S: Se conseguiste sobreviver a este testamento parabéns. Os que irás enfrentar na faculdade são 200 vezes piores. Boa Sorte!


Lembrem-se:
Keep your heels, head and standards high,
Vanessa S.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

O que é isto? A Revolta dos Vegetais?

Estava eu nas minhas aventuras pela cozinha (coisa que se tem tornado mais frequente ultimamente) a pensar que tenho que adotar uma alimentação mais saudável, com mais legumes, quando decido fazer uma sopa para o jantar. Comecei a aventura um bocado tarde, não tivesse eu lanchado que nem uma lontra e comido o suficiente por duas ou três pessoas. Até aqui tudo bem. Corto a abóbora, as cenouras, o alho francês, a cebola, as batatas (apenas duas, para me redimir de todos os pecados alimentares cometidos nas férias) e um dente de alho. Meto tudo na panela com sal e um fio de azeite e toca a cozer. Enquanto isto, fico a depenicar o agrião, a escolher a folhas melhorzinhas e mais verdinhas para por na sopa depois de passada. Tudo isto enquanto ouço e "danço" kizomba (não conseguem imaginar nada mais sexy pois não?) Depois de tudo cozidinho passo com a varinha e volto a por no lume à espera que ferva. Assim que começa a ferver penso: "Já é um bocadinho tarde... Vou tirar uma tigela de sopa e depois ponho o agrião e, enquanto como, isso coze." Na minha cabeça até parecia um bom plano. Não fosse eu entornar um bocadinho de sopa enquanto estava a pôr para a tigela. Mas que merda treta! Escusado será dizer que me queimei. Não foi muito, nem muito grave. Foi só na ponta do dedo indicador da mão esquerda. F#$%-se! Agora só estou bem com a mão em água fria em gelo e, para ajudar à festa, não consigo encontrar a porra porcaria do Fenistil Gel, que era a única coisa que tinha aqui em casa para queimaduras.
Mas o que é isto? O destino a abrir-me os olhos (e as guelas) para o facto de não andar a fazer a alimentação mais correta? É o karma? A revolta dos vegetais?



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Keep your heels, head and standards high,
Vanessa S.

O Norte tem outro Encanto

Como já devem ter percebido pela minha ausência, estive de férias. E estive num dos meus lugares preferidos do nosso país: no Norte Interior, mais precisamente, no Douro (e arredores). Não consigo explicar mas, quando estou ao pé do rio Douro, há algo de mágico no ar. Como se aquela paisagem, onde a vista se perde, fosse demasiado bonita para ser verdade. Não me canso de cá voltar. E, seguramente, não será a última vez.
Comi bastante bem e, tendo em conta que parei com a corrida nestes dias, posso confessar que me andei a comportar bastante mal (ou bastante bem, é tudo uma questão de perspetiva)... Como diria a Pipoca Mais Doce: o meu estômago bate palminhas.


A bela da francesinha, não é do Porto mas é, seguramente, das melhores que já comi.
Cascata, Tabuaço, Viseu

A ser gulosa em Cascata, Tabuaço, Viseu

Feira de São Bartolomeu, Trancoso, Viseu

Trancoso, Viseu

Castelo de Trancoso, Viseu

Castelo de Trancoso, Viseu

Castelo de Trancoso, Viseu

Bife com molho de mozzarella, Cantinho dos Arcos, Trancoso, Viseu

As típicas sardinhas de Trancoso. Doce regional.
Não fizeram as minhas delícias,
mas farão de certezas as de quem goste de frutos secos.


Régua, Douro

Régua, Douro

Régua, Douro

Régua, Douro

Régua, Douro

Régua, Douro

Régua, Douro

Régua, Douro



Se tiverem a oportunidade de visitar esta região do país, ou algum destes locais, aconselho vivamente que o façam.
Para já resta-me despedir-me deste magnífico lugar e voltar à rotina. Acabam-se as férias, acaba-se a boa vida (para bem da minha dieta).

Já se perderam pelas paisagens do Douro ou do Norte Interior do país?


Lembrem-se:
Keep your heels, head and standards high,
Vanessa S.

domingo, 31 de agosto de 2014

Shiuu... Ouvi um Grilo


É de noite. As luzes aqui são poucas e, por isso, consigo ver o céu estrelado e a lua parece-me estar em quarto decrescente (mas não tenho a certeza, dessa ciência sei muito pouco). Ouve-se o silêncio. O sino da torre da Igreja dá 12 badaladas. Shiuu... Ouvi alguma coisa...

Não se passa rigorosamente nada. A paz reina nesta aldeia do interior. Há tanta escassez de barulho e movimento, como de rede no telemóvel.
 A maioria dos residentes são velhotes e, esses, já dormem deste as 9 da noite. Os emigrantes (grande parte deles) já regressaram à sua vida lá fora.




Sou uma menina da cidade. Adoro a minha Lisboa. Mas a forte iluminação não me permite olhar o céu como o olho daqui. Gosto de olhar para as estrelas. Fazem-me pensar. E, ao mesmo tempo, tranquilizam-me. Nostágica, dou por mim a pensar que, apesar de curta, a vida é bela e vale a pena ser vivida. Penso que, apesar de tudo ter um fim, tudo é uma aprendizagem. Todas as experiências, todas as pessoas que passam pela nossa vida têm algo a ensinar-nos (nem  que seja o que não devemos fazer). 
Sou feliz, gosto da vida que tenho e das pessoas que fazem parte dela. Posso nem sempre as ver, mas sei que, sempre que precisar, elas vão estar lá sempre para mim (assim como as estrelas).
A noite está amena. Do outro lado da rua, a lâmpada do candeeiro está fundida. O cachorrinho da vizinha dorme. Aquela pequena bola de pêlo. Shiuu... Ouvi alguma coisa...
São muitas as experiências e lições que este meio tem para me ensinar. Muitas histórias de infância, contadas à volta da melhor rede social que é uma mesa cheia de gente, e boa comida do Norte (já para não dizer bem regada). Come-se bem aqui em cima. O Norte do país têm um encanto especial e, a seguir à cidade que me viu nascer, é o meu lugar preferido do país. As encostas místicas do Douro que convergem num rio que nos leva pelas paisagens mais maravilhosas que já vi. O meu olhar perde-se no horizonte. Acordo e estou ainda sentada no terraço desta pequena e típica casinha de aldeia. O sino volta a tocar. É meia noite e meia. Shiuu... Ouvi alguma coisa... Shiuu... Ouvi um grilo. 



Lembrem-se:
Keep your heels, head and standards high,
Vanessa S.