segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Outono/Inverno | Botas/Botins

O Outono está aí, como já se fez notar por esta chuva torrencial, que inundou tudo hoje. Com tudo isto, e mais um par de relâmpagos, fiquei a pensar que (para além de, provavelmente, me dar jeito um barco a remos), preciso de  uns botins. Está bem que eu tenho um par de botas mas, quer dizer, estou a falar de botins! Não é a mesma coisa!
E, se há peça de Outono/Inverno que me põe em delírio são botas/botins (e cachecóis/lenços, mas isso fica para outro post), por isso, ando de olhos bem abertos para a minha próxima aquisição. Mas ainda não encontrei os tais...
Deixo-vos aqui algumas sugestões :)





E vocês, já estão abastecida para esta estação ou também andam à caça (ou deveria dizer, à pesca...)?


Lembrem-se:
Keep your heels, head and standards high,
Vanessa S.

sábado, 20 de setembro de 2014

Há dias assim...

Sou horrível com datas. Mas, há umas que não dá para esquecer...
Há datas em que, a saudade aperta, o coração fica mais pequeno e as lágrimas teimam em vir aos olhos.
Há dias em que acordo sem motivação, sem planos e só me apetece chorar. Há dias em que (inicialmente) não encontro motivos para sair da cama. Há dias que não fazem sentido... O dia de hoje não faz sentido... O dia em que partiste, à um ano atrás, não fez sentido...
Faz hoje um ano que perdi uma das melhores pessoas que, provavelmente, já tive o prazer de conhecer na vida. O meu coração ainda sangra com esta perda. Não é algo com que eu saiba lidar muito bem, talvez por ainda ser algo recente...
Acredito num amanhã melhor, mais feliz. Sei que é nas noites mais escuras que as estrelas brilham mais, mas há dias em que nada serve de consolação. Não há palavras ou gestos que aliviem a dor de uma perda. Só o tempo pode atenuar esta dor. Com sorte, levar à sua aceitação. Até esse dia chegar, choro. Choro porque me doí a alma, choro porque não compreendo! Choro porque ainda não acredito... Restam-me apenas as memórias. Mas hoje, até essas me fazem chorar.

"A morte deixa marcas que ninguém consegue curar. Mas o amor deixa memórias que ninguém consegue apagar".








Lembrem-se:
Keep your heels, head and standards high,
Vanessa S.

Tendência à Vista #1

Hoje venho falar-vos de kimonos. Eles andam por aí!
Esta tendência de origem japonesa, chegou à Europa e à América em força. É uma peça de vestuário bastante leve, que pode ser usada em dias um pouco mais frescos, substituindo o tradicional casaco. Têm padrões super divertidos, principalmente florais. Conseguem transformar um look simples e neutro num muito mais interessante e colorido.
Deixo-vos aqui com alguns kimonos da Romwe.








O que acham desta nova tendência? Já se renderam aos kimonos?



Lembrem-se:
Keep your heels, head and standards high,
Vanessa S.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Só a mim...

Já andava à imenso tempo a pensar em comprar um fio de prata com o meu nome. Chamem-me egocêntrica, egoísta... mas sempre gostei imenso. Achava giro e já os andava a namorar...
Às uns dias os meus queridos pais ofereceram-me um. Claro que fiquei toda contente e, hoje, foi o dia da estreia. Lá ia eu com o meu fio novo (e com as minhas amigas), todo catita, para a faculdade, quando uns rapazes, que andavam  a distribuir cartões e autocolante da Moche, com camisolas de clubes de futebol nos abordam. Bom, a mim e às minha amigas a penas nos calharam os autocolantes. Os cartões já tinham ido todos à vida! Comecei logo a brincar, a dizer que os cartões é que era (apesar de já ter uma resma deles, porque têm andado a oferecer a semana toda), ao que um rapaz, com uma camisola do Sporting (péssimo gosto, diga-se de passagem), me diz que à tarde vinham mais. Eu (ainda na brincadeira, como já é habitual) disse "Ok, então à tarde eu passo cá para buscar um". Ao que ele, também com um ar de brincadeira: "Está bem, até logo Vanessa".
HÃ?! COMO?! O meu cérebro, por frações de segundos, deu um nó. Fiquei a processar... De onde é que ele me podia conhecer...?! Como que raio é que aquele estranho tinha adivinhado o meu nome?! As pessoas costumam achar que os psicólogos/estudantes de psicologia é que são bruxos/videntes/mentalistas, não o contrário!
E, de repente, fez-se luz. Pois, tens um fio com o teu nome ao pescoço!
Escusado será dizer que não parei de rir até chegar à faculdade.
Só a mim...


Lembrem-se:
Keep your heels, head and standards high,
Vanessa S.

sábado, 13 de setembro de 2014

H&M |Home

Como já devem saber, a H&M abriu com uma secção de decoração: Home (yeyyyyy!)
Eu vivo com a constante tarefa de decorar o meu quarto. Nunca estou satisfeita com o resultado. E, quando penso que estou, aparece alguma coisa que quero mudar. O pior é quando acho que algo não está bem, mas não sei como substituir... Dilemas da minha vida.
Andei a meter o nariz na H&M Home, e gostei bastante do que encontrei. Deixo-vos aqui com os meus favoritos, e algumas hipóteses de utilização.


1. 14.99€
2. 14.99€
3. 7.99€
4. 7.99€
5. 14.99€
6. 14.99€
7. 7.99€

Almofadas decorativas são a forma mais fácil (e, talvez, mais divertida) de alterar a decoração e torná-la um pouco mais interessante. Embora os preços não sejam os meus preferidos, gosto bastante destas opções (ai, dá-me dinheiro, ou tira-me o bom gosto!).

1. 2.99€
2. 2.99€
3. 3.99€

Aqui estão 3 modelos diferentes de suportes para velas. Podem ser usados, exatamente para esse fim ou, na minha opinião, davam excelentes porta lápis/canetas para serem colocados numa secretária. Ou mesmo para colocarem os vossos pincéis de maquilhagem, ou eyeliner's e coisas do género.

1. 5.99€
2. 7.99€
3. 5.99€

No caso do nº 1, pode ser outra hipótese onde podem colocar os vossos pincéis de maquilhagem. Como o recipiente é transparente, podem colocar pedrinhas coloridas, para que este fiquem seguros. O nº 3 é uma boa solução para mim que, já não tenho caixinhas suficientes para guardar os meus vernizes (se calhar estava na altura de parar de comprar mais, não é Vanessa?). Esta é uma forma de utilizar objetos que já possuímos para decorar o nosso quarto. Pode também ser usada esta taça, colocarem os acessórios que utilizam diariamente (relógio, brincos, fios, aneis...). O mesmo pode ser feito com o frasco, relativamente aos vernizes ou qualquer outra coisa de que se possam lembrar.


Já foram à H&M Home? O que acham? Gostam destas sugestões? Também adoram decoração como eu?



Lembrem-se:
Keep your heels, head and standards high,
Vanessa S.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

O que é a Praxe?

Há um ano atrás, fiz esta pergunta a mim mesma. Tal como muita gente que vai entrar para a faculdade, estava bastante curiosa relativamente a este tema. Sabia apenas o que via: pessoas todas pintadas pelas ruas, com penicos na cabeça e a cantar como se não houvesse amanhã. A única diferença desde há um ano para cá? Não havia tanta especulação e tanta falsa informação sobre o que é a praxe.

Quando me perguntaram se queria ser praxada, disse que sim. Queria passar pela experiência.
Nos meus primeiros dias de praxe andava um bocado perdida. Já "conhecia" uma pessoa na faculdade (que se viria a revelar uma grande amiga) mas, não percebia porque é que um número infinito de pessoas vestidas de pinguim com o traje académico me mandavam fazer tantas flexões (logo eu que não tenho força nenhuma de braços, e mal posso com uma gata pelo rabo) e berrar gritar como se estivesse num concerto do Justin Timberlake (ou, como eles gostam mais, dos One Direction). Sinceramente, na altura, não gostei muito destes primeiros dias de praxe. Nada daquilo fazia sentido para mim. Os trajados pareciam arrogantes, gritavam imenso connosco (e cada um deles era capaz de gritar mais que nós todos). Pareciam que tinham um iceberg de gelo no lugar do coração e simplesmente não ouviam nada do que dizia-mos (estava prestes a descobrir, da pior forma, que isto não era verdade). Achava que eles levavam esta situação demasiado a sério.

Numa manhã, estava eu a desempenhar uma atividade de praxe quando recebo a infeliz notícia de que tinha falecido um tio meu. Claro que fiquei devastada e desfiz-me em lágrimas. Mas, para minha surpresa, muitos daqueles trajados sem sentimentos vieram ter comigo a perguntar-me o que se passava e se precisava de alguma coisa. Uma trajada em especial destacou-se. Baixou-se ao pé de mim, perguntou-me o que se tinha passado, deu-me um abraço enorme e cobriu-me com a sua capa (algo que nunca me irei esquecer). Depois deu-me o seu número de telemóvel e disse-me que lhe podia ligar a qualquer hora do dia, para o que precisasse. Foi um ato que, para muitos, pode parecer simples e com pouco significado. Mas, naquele momento, para mim, foi tudo o que eu precisava (e assim apareceu uma das minhas madrinhas).
Quem diria que estes monstros insensíveis tinham tantos sentimentos...

Durante algum tempo deixei de ir à praxe. Precisava de tempo para me recompor e esclarecer tudo na minha cabeça. Não sou pessoa de fazer as coisas pela metade. Comigo é tudo ou nada. E, cheguei a uma altura em que tinha de decidir se queria continuar com a praxe ou não. Comecei a pensar e a lembrar-me de todas as atividades, todas as brincadeiras e todas as pessoas que tinha conhecido (acho que falei com mais pessoas naqueles dias do que no resto da minha vida!)... Ri-me. Realmente, olhando para trás, tinha-me divertido. Tinha ficado com os músculos das pernas e dos braços doridos, tinha aprendido 1 bilião de músicas, mas tinha-me divertido (é claro que gostei mais de umas atividades do que outras, mas é como tudo na vida). Então decidi voltar a dar outra oportunidade à praxe.

A pouco e pouco as coisas começavam a fazer sentido. Percebi que certos jogos/atividades pretendiam sempre transmitir algo. "Caloiro é união", uma das coisas mais importantes que aprendi. Dentro da praxe, se um enche, enchemos todos. No entanto, cá fora, convém que sejamos unidos. Assim conseguiremos ir mais longe. Dentro da praxe partilhamos sorrisos (por vezes grandes gargalhadas), experiências... Cá fora partilhamos apontamentos, sebentas, crises existenciais (não estivesse eu em Psicologia)...

A Praxe é uma tradição de há muitos anos. Uma tradição que deve ser honrada e respeitada. Todo aquele falatório que passa na comunicação social não corresponde à verdade (muitas vezes o que os media querem é ter audiências, e fazem-nos a todo o custo). Ou, pelo menos, não corresponde a uma grande maioria. Aliás, aquilo que geralmente costuma aparecer nas notícias, nem pode ser considerada Praxe. É uma mera estupidez de alguém que não sabe o que está a fazer. Alguém que não sabe (e, talvez numa tenha percebido) o que é a verdadeira Praxe.
Existe Praxe bem feita. Conheço muita gente que frequenta a Praxe das suas respetivas faculdades na zona de Lisboa e gostam imenso.

No início começamos todos um bocado a medo, sem saber bem o que fazer. Com o tempo vamos perdendo a vergonha, e é esse um dos objetivos. Que estejamos mais à vontade e com um espírito aberto em relação a isto. Se vão fazer figuras? Claro que vão! Mas quem nunca as fez? Especialmente se estiver rodeado de amigos? Quanto ao facto que andarem todos pintados e, às vezes, um bocado badalhocos, tenho-vos a dizer que faz parte. Não tem nada de mal, e isso sai tudo com água e sabão. O que realmente importa são as boas memórias e essas, não há banhos que as apaguem. Mais tarde vão olhar para trás (talvez para algumas fotos) e rir-se dos bons momentos que passaram (comigo foi assim).

Eu que, no início, sou sempre uma pessoa um pouco tímida, ajudou-me imenso a falar com várias pessoas. A grande parte das amizades que fiz no meu 1º ano de faculdade, começaram com a Praxe. Por isso, não me venham dizer que a Praxe não serve para integrar as pessoas na vida académica, porque foi, exatamente, isso que aconteceu comigo.
É claro que há pessoas que não gostam. E nada contra isso. Conheço algumas e não é por isso que não sou amiga delas. Não podemos gostar todos das mesmas coisas, não é verdade?
Ninguém vos obrigará a fazer nada que não queiram. Aliás, uma das primeiras coisas que me perguntaram era se tinha alguns problemas de saúde, para que tudo corresse pelo melhor e, no final, tudo isto culminasse num dia bem passado.

Posso dizer-vos que, o facto de ter integrado a Praxe, fez com que eu tivesse o melhor ano de caloira que poderia imaginar. Conheci pessoas, diverti-me imenso e, sobretudo, aprendi imenso sobre esta tradição que faço intenção de honrar, respeitar e ensina-la aos meus caloiros.
No final de tudo, acho que acabo por levar a Praxe tão ou mais a sério que algumas pessoas que me praxaram. Gosto imenso da Praxe. Aliás gosto tanto que acho que, por mais que escreva, não vos consigo transmitir exatamente aquilo que ela significa para mim. Acho que é uma tradição muito bonita e deve ser encarada com respeito.

Este ano não serei praxada. Este ano praxarei os meus caloiros. Mas, sou-vos sincera, já tenho saudades de ser praxada. Praxarei não para humilhar nem envergonhar ninguém (porque isso não é digno de nome de Praxe), mas para integrar, ensinar a tradição e divertir os meus caloiros. Trata-los-ei como gostei que me tivessem tratado a mim. Apesar de agora trajar, serei para sempre caloira.

Uma vez caloira, sempre caloira.
Dura Praxis, Sed Praxis
(A Praxe é dura, mas é Praxe)



Lembrem-se:
Keep your heels, head and standards high,
Vanessa S.

domingo, 7 de setembro de 2014

Manicure de Sábado à Noite #5


"Mas o que é isto? Manicure de Sábado à Noite ao domingo?!"

Pois é. Era, de facto, para ter feito o post ontem. Mas foi-me mesmo impossível. Por isso, hoje, aqui está ele. Isto tarda mas não falha. Mais vale tarde do que nunca não é verdade?

Bom, esta semana inspirei-me numa foto que vi no Instagram. Decidi recriar usando cores diferentes e adicionando glitter (que deixa qualquer unha mais tchanan, mas custa os olhos da cara para tirar). É uma manicure inspirada em escamas de peixe. No entanto, faz-me lembrar uma cauda de uma sereia por causa das cores. Para não ficar um design muito pesado optei por, nos dedos indicador e mindinho, fazer apenas um degradé de menta e lilás, com glitter prateado.






1. Cliché, Gótico
2. H&M, Mint Madness
3. Oriflame, Lavend
4. Glitter prateado (não tem marca ou nome)






















O que acham? Gostam? Usavam? Sugestões para futuras manicures?


Lembrem-se:
Keep your heels, head and standards high,
Vanessa S.