segunda-feira, 11 de maio de 2015

TAG | Mostra a tua Letra

Bomm Diaa! O Sol brilha, os pássaros cantam e está um calorzinho espetacular (para ir trabalhar...), que mais se pode querer na vida (para além de féria e o Euromilhões)?!
Recentemente fui nomeada por Uma Mulher com Sorte (se ainda não a segues, sinceramente, não sei o que é que andas a fazer à tua vida) para esta TAG e, como não sou pessoa de virar a costa a um desafio, aqui está ele.
Não acho que tenho uma letra particularmente bonita, mas é o que se arranja.



Aqui está minimamente decente, especialmente para vocês num post it cor de rosa e a caneta dourada que isto é coisa chique (nunca queiram ver os apontamentos que tiro nas aulas: horrível e muito a roçar o ilegível!). 

Desafio:

Nádia Sepúlveda, My Fashion Insider
Sónia Miranda, Classe Cappuccino
Maria Leal, 10cm de Salto Alto


Lembrem-se:
Keep your heels, head and standards high,
Vanessa S.

sábado, 9 de maio de 2015

Verdade ou Egoísmo?

Recentemente estive numa aula de debate que começou com o tema do casamento e acabou com traições. São temas sensíveis, as opiniões são várias e é engraçado ouvir outras perspetivas (por mais que não concordemos com elas). No entanto, a conversa tomou um rumo que definitivamente não estava a prever. A meu ver, acabou por ser defender o indefensável.

Um romântico incurável acabou por afirmar que alguém que tenha cometido uma traição e se tenha arrependido não o deve confessar ao marido/mulher/namorado(a). Isto porque, perante uma situação destas, a relação provavelmente acabará e o outro sairá verdadeiramente magoado. Ora, não é justo magoar com tamanha brutidade alguém que está apaixonado por nós perante um descuido. Este choque é um dos piores que se pode dar a alguém apaixonado, dor que está a par com a morte de um filho (havendo estudos que comprovam isto). Afirma ainda que são maioritariamente os homens que mais confessam este tipo de atitudes como uma forma de aliviar a carga cognitiva, que é como quem diz, de tirar o peso da consciência e procurar o perdão da mulher/namorada. Nesta ordem de ideias, o traidor deve carregar o peso do seu arrependimento de forma a manter a relação intacta. A verdade não deve prevalecer acima de tudo até porque nós não o fazemos diariamente nas nossas relações. Constantemente vemos uma pessoa na rua que, muito provavelmente preferíamos que não nos tivesse aparecido à frente e reagimos com um sorriso ou com um "gosto em ver-te". São as "regras" da socialização. Não podemos simplesmente andar por aí a tratar mal as pessoas.

Muito sinceramente nunca tinha pensado nas coisas desta forma. Consigo compreender o ponto de vista mas não consigo concordar com ele. Para mim uma traição não é um descuido e não acontece por acidente. Por mais chocante e dolorosa que a situação fosse preferia saber a verdade a viver uma mentira. Lá porque um carrega um peso na consciência quer dizer que o outro tem de carregar um peso na testa?! Se realmente existisse paixão ou amor isto não teria acontecido. Nunca estive numa situação destas, é verdade (que, segundo alguns estudos indicam, acontece a uma em cada duas pessoas). Ainda assim, não sei se alguma vez conseguiria perdoar um ato destes.



Contudo é uma visão bastante "ética" da relação com o outro.
Mas, até que ponto é que dizer uma verdade que pode magoar o outro pode ser considerado um ato de egoísmo?
Será preferível viver uma bela e apaixonada mentira ou uma dura realidade?

A questão impõe-se: Verdade ou Egoísmo?


Lembrem-se:
Keep your heels, head and standards high,
Vanessa S.

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Diário de uma Voluntária de Saltos #21

Esta semana já ia preparada para o pior. Já tinha um discurso preparado e a minha cara de má bem treinada para qualquer possível mau comportamento. Felizmente, não foi necessário. 
A minha peste encontrava-se no seu nível máximo de preguicite aguda. Num exercício de completar espaços com as palavras corretas que se encontravam na margem direita do livro, decidiu copiar as palavras todas por ordem, convicta de que estava tudo bem feito. Depois outro exercício de copiar palavras e completar espaços. Mas, como eu cheguei no início deste exercício a cantiga foi outra. Estive ali a puxar por ela e a certificar-me de que ficava tudo bem feito até ao final da aula. Por entre sucessivos "Ajuda-me!", "Eu não sei...!", "Diz-me lá só as letras!", alguns suspiros de desespero, algumas cara de amuo e umas ameaças de que ficaria a acabar o exercício no intervalo se não se despachasse, lá se resolveu a terminar-lo. 
Tem graves problemas em tomar decisões do que quer fazer. Hoje não foi exceção. Mas decidiu que queria fazer um desenho. Pediu-me para voltar a repetir o desenho que havia feito a semana passada e que ela tinha rabiscado e ficado feio. Lá o fiz. Mas o que é que ela decidiu voltara a fazer? Rabiscá-lo claro. E depois faz birra. O que vale é que lhe passou depressa.
Saimos da biblioteca mas, como ainda não tinham entrado para a sala, ficou a brincar um pouco cá fora. A Íris veio ter connosco:

"- Eu gostava que tu fosses minha Amiga Grande.
- Então mas eu sou tua amiga.
- Mas não és grande...
- Não sou?! Sou maior do que tu!"
(A Íris é um doce de menina mas, como se porta bem não tem uma Amiga Grande. Contudo, é a minha Amiga Pequena adotada (apesar de nunca lho ter dito, é assim que a considero)).

Passado um bocado disse-lhes que tinha de me vir embora. A Íris deu-me um beijinho e a Nicole continuou a brincar. Depois olha para mim:

"- Vou-me embora.
- Está bem, adeus.
- Então e o meu beijinho?
- A Íris já te deu por isso..."

(e corre para a sala)

Pronto e é isto que tenho direito... Enfim, na "compra" de uma "tive direito" a duas (mas só a um beijinho).



Lembrem-se:
Keep your heels, head and standards high,
Vanessa S.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

De Saltos por aí... | FRANKIE

Se gostas do cachorros quentes este post é para ti!

Pois que eu sou uma pessoa que se conquista pelo estômago e está bem que estou a tentar fazer uma alimentação mais equilibrada e saudável, mas um dia não são dias (eu corro, eu posso)!

A semana passada fui jantar ao Frankie que fica perto do jardim do Campo Grande e do Colégio Moderno. É um restaurante que só serve cachorros quentes mas em estilo gourmet.





Já lá tinha ido uma vez comer o Crispy Cheddar e adorei. Contudo, saí de lá logo com a vontade de provar o Tuga e devo dizer-vos que ainda gostei mais deste. Não sei explicar mas há qualquer coisa de realmente fantástico nestes cachorros que são tudo menos convencionais. A única coisa que tenho a apontar é que o Tuga leva um ovo em cima e isso torna-o muito pouco sexy (mas fantásticamente saboroso) de se comer (se forem como eu é provável que espetem com o nariz na gema). Por isso, se forem ter um encontro romântico, não recomendo (se forem com amigas(os) que já estão habituados a ver o vosso lado mais javardo, tudo bem). Para além deste, há toda uma variedade por onde podem escolher (e devo dizer-vos que esse será o problema porque têm todos um ótimo aspeto!).



Como se isto não me chegasse, pedi ainda uma batatas fritas à Frankie que levam queijo derretido e bacon e uma limonada de morango.

Do lado esq.: Crispy Cheddar e um chá gelado
Lado direito: Tuga e limonada de morango

Mas lá porque é mais gourmet não quer dizer que não dê nem para a cova de um dente! Têm um tamanho bastante bom. Um é suficiente para não ficar com fome. Há também diariamente uma sobremesa diferente sobre a qual não posso tecer qualquer tipo de comentários porque nunca provei.
Aposto que já estão com água na boca. Recomendo este restaurante. É de comer e chorar por mais e o atendimento é de igual qualidade. Tendo tudo isto em conta, acho o preço bastante justo.

E vocês, já conheciam este espaço?


Lembrem-se:
Keep your heels, head and standards high,
Vanessa S.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

De Saltos às Compras #5

Tal como milhares de mulheres por este Mundo fora, tenho um fraquinho (grande) por malas. Costumo optar por cores neutras para as minhas compras, pois são mais fáceis de conjugar e ficam bem com tudo e mais um par de botas. Mas, desta vez, assim mesmo na loucura, arrisquei e comprei uma mala numa cor bem viva. Na foto parece vermelha mas é um rosa bem forte. É um pouco "Tchanan! Cheguei! " mas eu adoro (bem sei que não é para o gosto de toda a gente). É capaz de dar um ar bem mais divertido e alegre a um look mais neutro ou simples e é perfeita para esta altura do ano. Pode ser usada no braço ou no ombro, pois vem com uma alça. Não tenho qualquer dúvida que lhe darei muito amor (que é como quem diz: vou usa-la até à exaustão).

Antes: 39.95 €
Agora: 19.98 €

Comprei-a na Zara e sabem qual é a melhor parte? Estava a metade do preço! Claro que não a podia deixar escapar (sê bem vinda à família minha preciosidade)!


Lembrem-se:
Keep your heels, head and standards high,
Vanessa S.

domingo, 3 de maio de 2015

Feliz dia da (Super) Mãe

Passamos o dia à turra e à massa. Acho que não há um dia em que não entremos em "conflito" (por mais pequeno que seja). Temos feitios muito diferentes e, ao mesmo tempo, tão iguais... Somos as duas frontais. Se não concordamos com algo dizemos logo e, se a confiança for muita, nem chegamos a medir as palavras (às vezes somos demasiado frontais). Herdei a tua mania de falar alto mas, o que posso dizer, és uma mulher do Norte. Tenho o teu mau feitio, apesar de acordares sempre bem disposta e cheia de energia. Conheces-me desde sempre e, apesar de todas as discussões matinais, acho que nunca vais deixar de me fazer perguntas e meter conversa a estas horas que, para mim, são indecentes. "Chateamo-nos" mas, passados 5 min. já estás ao pé de mim a dizer alguma coisas, em jeito de desculpa. Apesar de tudo, fazes-me as vontadinhas todas (e eu a ti vá, não te podes queixar). 
Temos gostos e formas de ver as coisas completamente diferentes. Não fossemos nós de Mundos completamente diferentes. És forte como mais ninguém que eu conheço (e tens tanto de força como de teimosia). Andas sempre de um lado para o outro. Nunca páras quieta. Falas com toda a gente, mesmo com quem não conheces (não admira que eu seja uma tagarela). Já não é defeito, é feitio.
Ainda não me levas muito a sério. Ainda não tens consciência de que tenho 20 anos, de que  já estou crescida e me sei desenrascar sozinha. Ainda não tens bem a noção de que já estou um pouco mais independente de ti e já tomo as minhas próprias decisões. Ainda não acreditas nas minhas capacidades de condutora, de cozinheira ou de profissional. Não te censuro. Foram duas décadas a ter um ser dependente de ti que te tornaste tu dependente dele. E custa-te aceitar que, também eu, não vou estar aqui para sempre.
És uma mãe galinha. Se pudesses andavas sempre atrás de mim para evitar que me magoe, mesmo que isso seja uma implicação direta de crescer. Não suportas ver-me chorar e se estou mal, não existe nada mais neste Mundo a não ser eu. Muitas vezes questiono estas tuas atitudes super protetoras mas sei que, também eu serei uma leoa em relação à minha cria, porque é isso que é ser mãe. É isso que é ser uma boa mãe, uma Super Mãe.
Por tudo isto e muito mais, por todos os anos passados e todos os que ainda estão para vir, pela paciência que dizes não ter mas que às vezes não te falta (bem sei que há dias em que não facilito), um muito obrigado. Por tudo o que me ensinas todos os dias (mesmo quando não te apercebes disso) e por tudo o que representas para mim. E não há palavras que traduzam o que sinto por ti. Mas também não são necessárias palavras. Mãe é mãe.

Feliz dia da Super Mãe.








Lembrem-se:
Keep your heels, head and standards high,
Vanessa S.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

#BoraLáMexeroRabo | Abril

1 de Abril, #dia29

O sol aparece e logo os passeios se enchem de aglomerados de pessoas (até podia ser mentira, mas não). Ia eu na minha corridinha habitual quando passo a ter um desafio extra: tentar não ir contra ninguém. Acho que nunca tinha visto tanta gente de ténis e roupa de desporto por estas bandas! Analisando este habitat natural, pude identificar várias espécies:
1. Os atletas habituais;
2. Os que aproveitaram para caminhar;
3. Aqueles que, a um ritmo lento, vão correndo e pondo a conversa em dia;
4. As divas que, sempre no alto do seu chique, estão mais preocupadas em comentar os outfits dos outros do que por o rabo a mexer, exibindo, claro, o seu melhor look desportivo;
5. Os swagger's que, apesar das altas temperaturas que já faziam o pessoal suar em bica, exibiam orgulhosamente as suas sweatshirts (assim só para o style 'tão a ver?);
6. Os ciclistas de ocasião, que estão mais preocupados em apreciar o pôr do sol do que em se desviar das pessoas.

Tudo isto desde aqueles que ainda não ultrapassaram o complexo de édipo ao gang do reumático. Tendo em conta que o bom tempo não veio para ficar, prevejo que, daqui a uns diazinhos, haja menos trânsito pedonal por estas bandas.

No meio de todo este molho de bróculos, consegui voltar ao meu percurso habitual (se bem que, ainda com algum esforço). Com persistência isto vai ao sítio!

2 de Abril, #dia30

Se há coisa que me enerva é ter de encostar à box e interromper o meu percurso, especialmente por motivos da treta. Ainda não estava a meio quando os meus atacadores se decidem desapertar (boa! obrigadinho!). Paro, aperto-os e prossigo. Quando dou a volta e estou a chegar ao mesmo local onde havia parado anteriormente, o que é que acontece? Lá tocam os atacadores de voltar a desapertar! Ufff!!!

3 de Abril, #dia31

Tu sabes que o exercício está a fazer efeito quando estás quase a terminar o treino e alguém (do sexo masculino, por sinal) passa de carro, mete a cabeça fora da janela e (qual lobo em noite de lua cheia) grita: "És Booaa!". Ora muito obrigada.

4 de Abril, #dia32

Hoje foi um treino mais soft. Tenho andado a correr todos os dias da semana e o corpo está cansado. No entanto, amanhã é dia de excessos (é Páscoa e ninguém leva a mal) e a semana que se avizinha será de grande carga horária, por isso há que compensar.

7 de Abril, #dia33

Antes de correr: "Ai, hoje não me apetece nada... Mas porque é que eu me meto nestas coisas?!"

Depois de correr: "Ainda bem que vim correr. Adoro isto!"

Há dias que só custa mesmo a começar. Aquela sensação de (bom) cansaço é excelente.




9 de Abril, #dia34

Depois de um pão com chouriço, dois quadradinhos de chocolate e uma bolacha com caramelo (estilo belgas mas muitoooo melhor! Quem tem uma tia na Holanda tem tudo) bora lá queimar isto!

20 de Abril, #dia35

Dor irritante e súbita no joelho obriga-me a parar de correr durante uma semana (isto depois dos 20 é sempre a piorar), mas estou de volta!

21 de Abril, #dia36

Hoje foi daqueles dias em que tive mesmo de me obrigar a sair de casa! Mas, no final até fiz um bom tempo, tendo em conta o nível de preguiça.

28 de Abril, #37

Não é fantástico quando estamos a correr, a arrependermo-nos de todos os croissants de chocolate, dos cachorros e todas as porcarias que andamos a comer e, de repente, começa a cheirar a frango no churrasco? São as maravilhas de se correr ao final do dia/pouco antes da hora do jantar.


Lembrem-se:
Keep your heels, head and standards high,
Vanessa S.