terça-feira, 15 de setembro de 2015

O que vestir? | De volta ao Trabalho

Pois é, as férias já lá vão e agora é mesmo hora de regressar ao trabalho (eu sei que custa, mas vá tem mesmo de ser). Com este regresso volta também uma grande preocupação: o que vestir?! 
Esta pergunta atormenta todas as mulheres (e acredito que também alguns homens) mas, para as pessoas que trabalham com o atendimento ao público e que têm de usar roupas um pouco mais formais, a coisa pode ser um pouco mais complicada... Por isso deixo-vos aqui um empurrãozinho.


As saias justas (pencil skirts) estão muito na moda e, se estiverem ao nível dos joelhos, pode ser uma opção bastante elegante. Para arriscar um pouco, e porque a roupa mais formal não tem de ser chata, optei por um tom de vermelho conjugado com uma camisa às riscas em tons de cinzento e branco que, apesar do padrão, quando combinado com a saia, funciona como uma espécie de neutro devido às cores. Para arrematar o look, uns brincos pérola, uns sapatos pretos com um laço (pelos quais estou apaixonada devo confessar) e uma mala não estruturada que dá um ar menos pesado ao look e que, ainda assim, dá para levar muita coisa que, nós mulheres, temos sempre o dom de andar com a casa ao ombro. 


Este coordenado é mais "clássico". Calças de fato largas que está bem na moda, um top fluído branco e um casaco preto com um peplum (que este tempo anda meio manhoso), botas pretas já a puxar para o Outono e para dar um pouco de interesse ao look uma mala estruturada cor de vinho e um relógio dourado.

Bem, espero que isto vos tenha dado um pouco mais de vontade de trabalhar (ou então não).
Bom trabalho (e carreguem no café)!

Lembrem-se:
Keep your heels, head and standards high,
Vanessa S.

domingo, 13 de setembro de 2015

Faculdade, estou pronta (ok, mais ou menos)!

Estas andanças do Ensino Superior já não são novidade para mim, afinal já vou para o 3º ano. No entanto, também eu estou um pouco nervosa para começar, mas exatamente pelo motivo contrário dos caloiros: porque eu sei exatamente o que me espera! 
Bom, desabafos à parte, já tenho todos os materiais necessários para mais uma ano de sangue, suor e lágrimas.

Ora aqui estão os meus essenciais para a faculdade:

Cadernos, agenda e post its cor de rosa - Note it
Canetas azuis e marcadores - BIC
Post its amarelos e separadores- Jumbo
Canetas com cores - Staples

1. Eu opto sempre por utilizar cadernos. Para mim é o que funciona melhor. Até agora, um caderno dura-me para o semestre todo. O que faço é dividi-lo em 5 partes com separadores, pois tenho 5 cadeiras. Mas, não vá o diabo tecê-las (que é como quem diz, os profs) , comprei dois. Uma mulher prevenida vale por duas, não é verdade?

2. Post its, de todas as cores, feitios e tamanhos! Confesso que é um pequena obsessão que tenho. Adoro post its! Para colar no caderno, na agenda, para me lembrar de tudo e mais alguma coisa. Dão imenso jeito e quanto mais pirosos melhor!

3. Canetas azuis, eu opto sempre por comprar estas da BIC que são super sem graça mas que, até agora, nunca encontrei nenhumas mais giras que escrevessem melhor. E são baratinhas! 

4. Canetas com cores e marcadores, para tornar os apontamentos mais apelativos e sublinhar aqueles artigos muito pouco interessantes que se amontoam na secretária e que pouca vontade tenho de ler. 

5. Por última, mas definitivamente não menos importante, uma agenda. Não consigo sobreviver na minha vida académica (e não só, aponto tudo na minha agenda! Tem lá toda a minha vidinha!) sem ela. Não há outra forma de conseguir dar conta de todos os trabalhos, relatórios, datas de apresentações e ainda me lembrar-me de todos os aniversários! 

Muitos destes materiais (com exceção das canetas BIC e dos cadernos) são de anos anteriores. Agora já não há aquelas idas às compras que duravam horas para comprar listas intermináveis de material escolar. Agora é tudo bem mais simples e rápido. A carteira agradece. 

E vocês, já estão prontos para voltar aos estudos?

Lembrem-se:
Keep your heels, head and standards high,
Vanessa S.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

De Saltos por aí... | Madeira

Bem, ao que parece este Verão andei em modo turista: on. A Madeira já era um destino que queria visitar há algum tempo e este ano foi o ano! Foi também a primeira vez que andei de avião e devo desde já dizer que adorei a experiência (andasse eu a nadar em dinheiro e era ver-me todos os dias a ir de avião para a faculdade)! 
Estive lá 5 dias. Foi uma visita bem rápida, mas conseguimos visitar todos os locais que pretendíamos. 
No 1º dia, como chegamos já por volta das 14/ 15 horas (cheios de fome e com o estômago colado às costas) decidimos ir trincar umas sandes e dar uma volta pelo Funchal que era onde tinhamos ficado hospedados. E não fizemos muito mais do que isso. 

Funchal

Funchal

Funchal

Funchal

Funchal

Funchal

Funchal

Funchal

Funchal

No 2º dia decidimos apanhar um autocarro turístico e ir ao Cabo Girão e a Câmara de Lobos. O Cabo Girão encontra-se a cerca de 580 metros de altura e existe uma plataforma em vidro onde se pode andar e ver o que existe por baixo e devo dizer que, apesar de eu não te medo de alturas, aquilo mete muito respeitinho! 

Vista do Cabo Girão

Depois para Câmara de Lobos, uma vila piscatória. Já eram horas de almoço e claro que, em terra de pescadores o almoço foi peixe. Comemos um peixe que nunca tinha visto antes: bodião. Almoçamos na Vila do Peixe e devo dizer-vos que o peixe estava fantástico! Não é em todos os restaurantes que se come bom peixe, não pelo facto de não ser fresco, mas porque nem toda a gente o sabe cozinhar. Há quem o deixe passar de mais e fica muito seco, ou vem com a pele preta e cru por dentro... Este estava mesmo no ponto! Foi acompanhado com milho frito e arroz de pimentos. Foi de comer o chorar por mais! E o atendimento foi do mais simpático possível!

Câmara de Lobos

Câmara de Loboa

As minhas grandes aliadas nesta viagem: havaianas flash. Super confortáveis!

Bodião, Restaurante Vila do Peixe

Restaurante Vila do Peixe

Restaurante Vila do Peixe

Restaurante Vila do Peixe

Já tinhamos decidido que não iamos alugar um carro, porque 1º a pessoa que vai a conduzir pouco aproveita a viagem e 2º nós não sabiamos bem quais eram os pontos de maior interesse turístico. Nesse dia quando regressamos ao Funchal, passamos por uma agência que faz visitas guiadas por 20€ cada dia e decidimos que no 3º dia iamos fazer um percurso que passava pela Camacha (e sua cestaria) Pico do Areeiro (que prometia uma ótima vista sobre a ilha mas tivemos azar porque estava nevoeiro e um frio de rachar!) Ribeiro Frio (onde se pratica a cultura da truta) Santana (com as típicas casinhas), Ponta de São Lourenço (com uma vista de cortar a respiração) e Machico (é possível que me esteja a esquecer de algumas pequenas paragens que tenhamos feito pelo caminho).


Ribeiro Frio, cultura de trutas




Santana





Ponta se São Lourenço

Ponta se São Lourenço

Ponta se São Lourenço

Machico, praia de areia amarela

Machico

Machico

No 4º dia fomos também ao topo de uma serra que já não me lembro o nome... (ups!), à Ribeira Brava e depois para o destino que mais gostei: Porto Moniz. Fiquei deveras maravilhada com as piscinas naturais de Porto Moniz e espero poder um dia voltar só mesmo para aproveitar as maravilhas deste lugar. Foi também o sítio onde provei as espetadas que estavam maravilhásticas (maravilhosas + fantásticas) no restaurante Mar à Vista. Devo dizer que este foi um dos sítios onde comemos melhor e onde pagamos menos! Recomendo!



Ribeira Brava




Piscinas Naturais de Porto Moniz

Porto Moniz

Porto Moniz

Porto Moniz


Piscinas Naturais de Porto Moniz

Piscinas Naturais de Porto Moniz

Amando Porto Moniz!

No último dia, para a despedida, decidimos que iamos andar no teleférico, andar nos carros de cesto no Monte e ainda fomos ao Mercado dos Lavradores. O resto do dia foi passado a explorar sítios da baixa do Funchal por onde ainda não havíamos passado.

Vista do Monte

Gostei imenso da viagem! Devo dizer que foi cansativo mas valeu bem a pena. Tirei perto de 400 fotografias e só não tirei mais porque a minha companhia também tirou bem a parte dela (assim poupei "trabalho" e aproveitei mais a vista). Foram vistas daquelas em que os olhos se perdem, em que o céu se funde com o oceano e em que as fotografias não conseguem capturar a verdadeira beleza que os olhos vêem. Nunca na minha curta vida tinha visto água tão azul e brilhante!

Quanto à gastronomia, fiquei completamente rendida ao bolo do caco, ao milho frito e à poncha (que é forte pra burro!). Ah! E não podia esquecer a banana da Madeira! Para além do que já referi vim para cá com a barriguinha cheia de bife de atum, peixe espada com banana, mousse e pudim de maracujá e coral (cerveja que me surpreendeu bastante pela positiva). O melhor de tudo foi mesmo não me terem pedido para pagar o excesso do meu peso no avião (o meu maior medo a seguir à possibilidade de me poderem perder a mala).
Contudo, e bem sei que é um destino que vive essencialmente do turismo, mas os restaurantes (e não só!) têm preços que eu considero bastante elevados, tendo em conta o preço do produto e a sua qualidade. Nada contra o facto de as pessoas terem de ganhar o seu dinheiro (e sou filha de pais que trabalham em restaurantes, sei do que falo), a vida custa a todos, é bem verdade maaaaaas, nem tanto ao mar nem tanto à terra minha gente.

Num dia passei pelas 4 estações do ano. Ora bem que estava um calorzinho bem agradável no Funchal e depois um nevoeiro cerrado, chuva e um briol de fazer bater o dente no Pico do Areeiro e no Ribeiro Frio (faz jus ao nome). Conselho: andem sempre com um casaquinho na mala! Em terras madeirenses nunca fiando que este tempo é malandro! Mas, regra geral nunca faz nem muito frio, nem muito calor. As temperaturas são bastante amenas e agradáveis. 

No final das contas, foram uns ótimos dias e adorei a Madeira!

E vocês, por onde andaram este Verão? Já alguma vez foram à Madeira?

Lembrem-se:
Keep your heels, head and standards high,
Vanessa S.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

TAG | Os meus Sapatos

Desta vez decidi ser uma autodidata e responder a esta TAG sem ninguém me ter nomeado. Porquê? Porque é sobre sapatos minha gente!! E vocês sabem que se há coisa que dá aceleramento ao meu coraçãozinho são sapatos!

Vi esta TAG no blog O meu Poema, gostei e pronto. Estarei a responder às perguntas criadas pela autora desse blog e a minhas nomeadas (no máx. três) terão de responder às perguntas que eu indicarei no final. Compreendido? Então vamos a isso!



1. Quais são os três principais requisitos que, para ti, os sapatos têm de ter para os comprares?

Para mim os sapatos têm de ser confortáveis (embora, se gostar muitooo de uns sapatos feche um pouco os olhos a este requisito), giros e, de preferência, que tenham um bom preço. Contudo, sou pessoa de alargar os cordões à bolsa e investir num par de sapatos que sei que vou usar muito porque (acho que já todas tivemos essa experiência), muitas vezes, o barato sai caro. Ou então de aproveitar os saldos para poder comprar algo bom, a um preço mais acessível. 

2. Qual é a história mais engraçada/insólita que já passaste com os teus sapatos?

A minha história mais engraçada foi, provavelmente, este ano na benção das fitas. Quem traja sabe que os sapatos do traje académico podem ser o nosso pior pesadelo. No entanto, de momento, não tenho nenhum problema doloroso com os meus. Aliás até me estão um pouco largos. 
Estava eu com umas amigas a tagarelar como já não é de estranhar quando decido dar "um pontapé no ar" (não me perguntem porquê, devia estar a explicar alguma coisa ou, mais provavelmente, a fazer figuras) e o meu sapato sai disparado (se não estava a fazer figuras antes, naquele momento fiz de certeza). Houve quem se risse e quem levasse as mãos à testa a modos de "Pronto, começou, é sempre a mesma...". Eu ri-me um pouco (juro que foi só mesmo um pouco), mantive a postura e lá fui eu, a coxear buscar o meu sapato, com um pé calçado e outro descalço.

3. Quais são as cores que predominam no calçado que adquires?

Predominantemente preto. Acho que é uma cor bem sofisticada, elegante e que fica bem com tudo. Especialmente no que toca a botas. Adoro botas pretas! Também tenho alguns pares de sapatos castanhos. Mas são mais sapatos de verão ou sandálias. No que toca a sapatos não arrisco muito nas cores. Jogo sempre pelo seguro.

4. Qual é o estilo de sapatos do qual não abdicas?

Sabrinas. Nem sempre foi algo que gostei mas agora tenho de ter sempre mais de um par. É algo que uso às carradas! Basta parar a chuva e é ver-me a descer do salto das botas e a desfilar em sabrinas até voltar a chover a potes.  Ficam bem com calças, saias, vestidos, calções... tudo! São super práticas e há de todos os feitios e mais alguns. Um par de sabrinas pretas e umas castanhas/nude têm de estar sempre na minha sapateira. São um básico na vida de qualquer mulher. 

As minhas nomeadas para responder a esta TAG são:


Muito bem meninas, as perguntas a que vão ter de responder são:

1. Qual o teu par de sapatos preferido?
2. Tens alguma memória ou alguma história associada a um par de sapatos (quer seja mais atual ou de infânia)?
3. Gostas de saltos altos? Porquê?
4. Quantos pares de sapatos (ténis, botas, sandálias... tudo conta!) tens no total? Qual o tipo/modelo que mais predomina na tua coleção?

Ok, talvez eu seja um pouco batoteira e tenha colocado duas perguntas numa só... Mas vocês desculpam não é? 

Todas as pessoas que quiserem podem e devem sintam-se à vontade para responder às perguntas nos comentários, se assim o entenderem ou serem autodidatas como eu. Eu estou mortinha por saber as respostas!

Lembrem-se:
Keep your heels, head and standards high,
Vanessa S.

sábado, 5 de setembro de 2015

Lisboeta, mas com duas costela do Norte

É bem verdade que sou uma alfacinha de gema. Nascida e criada na capital. Mas os meus pais nasceram a uns largos quilómetros daqui, tal como os meus avós. Lá para o interior do Norte do país. 
Todos os anos, no "meu querido mês de Agosto" lá vamos nós, pelo menos duas semaninhas. É terra pequena onde toda a gente conhece toda a gente, menos eu que não sou de cá. Aldeia pacata onde não se precisa de telefone para falar com os vizinhos. É janela aberta e alma na voz. Come-se bem por aqui (bem demais até!). As gentes são generosas e oferecem um pouco de tudo o que tiverem. Legumes e fruta nunca hão de faltar a boa gente, mesmo que nenhum terreno tenha. É terra de enchidos e do fumeiro que fazem as delícias de muitos, mas não as minhas (o meu colesterol agradece). É terra de doçaria de colher, de figos pingo-mel acabadinhos de apanhar e de comer até ter de desapertar o botão das calças. É isso que hei-de reter sempre na memória: almoços e jantaradas à volta de uma mesa com comida que dava para mais 5 ou 6 pessoas. 
Mas nem tudo são maravilhas. O meio é pequeno e os boatos espalham-se aos 7 ventos. Quase não há rede nos telemóveis e internet é coisa rara mas, ainda assim, não há nada que não se saiba. 
Enfim, no meio de tudo isto aproveitam-se alguns vizinhos que se tornam mais do que família. Eu sei do que falo que, neste preciso momento, estou sentada à mesa da minha vizinha que, muito generosamente, me deixa cá estar para que possa utilizar a internet e, como se já não fizesse o suficiente, ainda me traz uma taça de abrunhos ou, como se diz por cá, caranguejos (que são umas ameixas mais pequenas e beeeem doces), lavadinhos, acabados de colher e muito mais do que alguma vez conseguiria devorar. Ela bem sabe o quanto aprecio esta iguaria. Tudo isto, e ainda nos convida para jantar. São estas pessoas que gosto de ter na minha vida. Aquelas que nos fazem gostar delas por serem exatamente como são, genuínas. 
Sim é bem verdade que gosto de passar por cá, especialmente se tiver companhia. No Verão há sempre alguma coisa para fazer, algum sítio para ir. Mas confesso que, no final da 2ª semana de cá estar, já começo a ficar farta. Isto é bom para aliviar a cabeça do stress mas se fico por cá muito tempo começo logo a ressacar da agitação da minha terra. Habituada numa cidade onde tenho tudo à mão, aqui no "fim do Mundo" como gosto de lhe chamar, depois de um par de semanas já começa a cair no exagero. E no Inverno pior. Sou um autêntica Gata Borralheira, como a minha mãe costuma dizer. Frio não é para mim e neve também a dispenso. Mas gosto de cheiro da madeira a arder, de meter lanha para a fogueira e se o Natal não for passado cá, já nem me sabe ao mesmo. Mas mais do que uma semana, já é pedir muito. 
É bom para pôr o sono em dia. Respirar um pouco do ar puro que nos resta. E não ouvir mais nada do que a voz das quadrilheiras à janela e dos grilos a cantar.
Sou uma menina da cidade mas às vezes falo alto, sou refilona e se for preciso vestir um fato de treino e ténis e me encher de terra também o faço (apesar de não perceber muito da agricultura). Como o meu pai costuma dizer: "Nunca tive medo de trabalhar". Gosto de batatas cozidas com azeite, cogumelos selvagens e sentar-me num ramo de uma cerejeira e primeiro encher o bucho e só depois o balde! Gosto das coisas simples (mas só de vez em quando). 

Se cada vez venho cá menos vezes? Sim.
Se cada vez venho cá menos tempo? Também.
Se algum dia vou deixar de cá vir? Talvez não. 

Sou uma lisboeta, mas com duas costelas do Norte.



Lembrem-se:
Keep your heels, head and standards high,
Vanessa S.

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Eu sei que é cliché...

... mas o tempo tem passado mais do que a voar! É que parece mesmo que ainda foi ontem que soube que estava colocada no Ensino Superior, na minha 1ª opção e agora já estou inscrita para o 3º ano, o último da licenciatura (e vou ter de decidir a minha área de Mestrado! Aiiii que nervos!!!). 

"Como assim?!"

Se o ano que passou não foi tarefa fácil, este também não se prevê que seja melhor. Vai ser o ano do tudo por tudo! A ver se acabo de carregar as baterias que, não tarda nada, entro outra vez na rotina. Mas confesso, ainda não estou psicologicamente preparada (vá, no fundo, mas mesmo lá bem no fundinho, até já tenho algumas saudades... mas elas passam depois de uma ou duas semaninhas de aulas). 

"Ok, secalhar não tenho assim tantas saudades..."
A todos aqueles que estão a escassos dias ou semanas de reiniciar esta luta (e aos que já começaram), muita força nessa hora! Iremos sobreviver (não sei é bem como...).
Que a cafeína esteja convosco (e comigo!).


Lembrem-se:
Keep your heels, head and standards high,
Vanessa S.