sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Durante e Após a Praia

Estes dias o sol tem andado um pouco tímido por algumas zonas do país mas, assim que ele espreita, lá vai a malta para a praia (e começam as filas para a Ponte 25 de Abril). Para mim Verão é, definitivamente, sinónimo de praia e, por isso, venho-vos falar do meu protetor solar e creme hidratante preferidos.




Depois de anos e anos de praia, apesar de todas a marcas que já experimentei, acabo sempre por gostar especialmente dos protetores solares da Nivea (menos aqueles que são transparente, sinto que esses me secam um pouco a pele). A minha pele tem tendência para ser seca e um pouco sensível e este protetor solar resulta bastante bem para mim. Tem uma boa consistência que facilita a aplicação e não te  torna difícil de espalhar, nem nos faz parecer que mergulhamos num balde de tinta branca. Eu uso a fator 50 porque sou pálida como farinha Branca de Neve para Bolos, mas este faz bem o seu trabalhinho em proteger-me do sol. O truque para não nos tornar-mos numas lagostas ambulantes é mesmo  aplicar várias vezes durante o dia (especialmente depois de sairmos da água) e evitar as horas de maior calor (como é lógico). Um valor elevado de fator de proteção solar não significa que este não nos vai deixar bronzear. Apenas significa que nos vai proteger mais. Devemos também aplicar protetor solar antes de sair de casa pois este demora algum tempo a fazer efeito. Quanto à parte de bronzear (uma vez que este produto diz ser Protect&Bronze), não noto qualquer diferença entre este ou outro qualquer protetor solar. Penso mesmo que isso varia de pessoa para pessoa consoante a sua melanina (o que, no meu caso, deve ser escassa... mas vá, já tenho uma corzinha).
Por vezes temos a mania de aplicar apenas este produto quando vamos para a praia. Na verdade, este deve ser aplicado sempre que estamos expostos ao sol durante um longo período de tempo para nos proteger-mos. Evite escaldões e futuras complicações de pele, aplique SEMPRE protetor solar.


1. Protetor Solar, Nivea Protect&Bronze, SPF 50
2. Creme Hidratante para corpo Nivea, Smooth Milk
para peles secas, com Manteiga de Carité


Após a praia convêm hidratar bem a pele pois esta foi exposta ao sol e sal da água do mar (que a agride bastante). Gosto muito deste creme pois noto que deixa a minha pele muito bem hidratada (o que, por vezes, pode tornar-se um desafio, uma vez que a minha pele tem tendência para ser bastante seca), é bastante fácil de espalhar e é absorvido pela pele relativamente rápido.

Não (infelizmente) não tenho qualquer tipo de parceria com a  Nivea para estar para aqui a falar bem dos produtos deles. Simplesmente, no que toca a pele, é das marca que mais gosto.

E vocês, já experimentaram alguns destes produtos? Qual o vosso protetor solar e hidratante preferidos?


Lembrem-se:
Keep your heels, head and standards high,
Vanessa S.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

DreamCatcher

Muitos já devem ter ouvido falar de Dreamcatcher, Apanhador de Sonhos ou Caça Sonhos. São objetos esteticamente muito bonitos e carregam consigo uma grande misticidade. Mas de onde vêm e qual a sua história?
Bom, os Caça Sonhos tiveram origem nos nativos norte-americanos, mais precisamente na tribo Ojibwa.


"Ojibwas acreditavam que, quando a noite cai, o ar se enche de sonhos bons e maus. É para separar esses sonhos e más energias que existem os Dreamcatchers."




Reza a lenda que, durante uma guerra entre duas tribos, a raiva e o rancor que pairavam no ar faziam com que as crianças tivessem pesadelos. A grande mãe búfala desceu à terra, e pediu ao grande xamã da aldeia  que fizesse um aro com um galho de salgueiro-chorão, e deixasse uma aranha tecer uma teia no seu interior. Assim sendo, o xamã pendurou o amuleto no teto da cabana, onde as crianças dormiam. O objetivo era fazer com que as más energias ficassem presas na teia e se dispersassem quando amanhecesse. As boas energias passariam pelo furo do meio.
O círculo simboliza a roda da vida, a teia são os sonhos que tecemos (não só os que temos quando dormimos, mas também os sonhos da nossa alma) e o centro da teia é o vazio, e simboliza o Grande Mistério.

Não sei se sou só que que gosto imenso deste tipo de lendas tribais, mas acho, esta em particular, bastante interessante. E o próprio amuleto em si (para não voltar a referir a sua carga simbólica) é esteticamente muito bonito. Há quem os pendure no quarto, no carro, há brincos, colares e há mesmo quem faça tatuagens. Estão por todo o lado. Já existem há uma imensidão de tempo mas, só mais recentemente, é que têm sido mais evidentes.

Vi no Facebook uma página que se chama, precisamente, DreamCatcher, onde a Carolina Santos e a Marta Dias vendem Caça Sonhos feitos por elas. São lindos, lindos, lindos. Há em várias  cores, tamanhos e (passem-se em conjunto comigo) há uns que brilham no escuro (o quê?!)! Tudo isto a um preço bastante acessível.
Deixo-vos aqui algumas imagens das criações delas, caso queiram adquirir algum basta contactá-las através da página do Facebook que podem aceder aqui. Elas são super simpáticas e terão todo os gosto em vos "receber" e falar com vocês.
Aconselho mesmo a quem goste, que visite a página delas. Vale mesmo a pena.













Tenho que vos confessar que fiquei completamente rendida e cada vez mais apaixonada pelos Caça Sonhos.
Não tenho nenhum mas, tenho que pensar seriamente em arranjar um para mim.
E vocês o que achas deste amuleto? Já conheciam? Gostam? Têm algum ou começaram agora a pensar em adquirir?

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Vanessa S.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Confissões de uma Viciada em Verniz #1

"- Olá, eu sou a Vanessa e sou viciada em vernizes."

Já devem ter reparado pelos meus posts de nail art que sou uma completa e assumida viciada em vernizes. Bom, assumir que temos um problema é meio caminho andado para o resolver (o verdadeiro problema é que, sinceramente, não o quero resolver). Adoro vernizes. Gosto da forma como podemos "brincar" com o look e transformá-lo apenas com um frasquinho mágico. Uma unha arranjada faz toda a diferença.
No entanto, estes podem ser um pouco caros. Por isso, gosto especialmente de comprar vernizes em saldos. Há uns dias fui à H&M e encontrei estas duas beldades.


1. Blue My Mind
2. Pinkastic


Gosto bastante dos vernizes da H&M. A relação qualidade preço é fantástica. Inicialmente estes vernizes encontravam-se a 3.95€ e eu adquiri-os apenas por 1€. Ambos têm um acabamento bastante glossy, que eu gosto bastante. O Pinkastic (sou a única que adora estes nomes?) tem ainda uns brilhos cor de rosa e arroxeados que o torna um verniz lindo.

Por mais vernizes que tenha, há sempre uma cor diferente, com um acabamento diferente, ou uma marca diferente que estou curiosa por testar.

E vocês, também gostam de vernizes? Costumam comprar vernizes na H&M? Qual a vossa marca preferida?

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Vanessa S.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Acabaram-se as Lágrimas!

Não me voltam a fazer chorar. Este assunto está arrumado e, apesar de ter demorado algum tempo, já arranjei solução. Já não me apanham mais. Ai, não. Nessa já não volto a cair.
Não sei se é por causa da minha veia dramática, do meu coraçãozinho sentimental, ou se só tenho mesmo olhos sensíveis... mas, se há coisa que me faz chorar que nem um bebé, são cebolas. Sim, minha gente, cebolas! Ultimamente tenho-me andado a arriscar um pouco mais ali para a zona da cozinha mas, só de pensar que tenho de picar uma cebola, dá-me vontade de voltar para o sofá e ver o último episódio de Pretty Little Liars. É que, no inicio, até se aguenta mas, lá para o final da cebola, já choro baba e ranho e não vejo nem cebola, nem faca, nem panela, nem nada! Já tentei de tudo e mais alguma coisa: já tentei respirar pela boca, em vez de pelo nariz, já tentei picar a cebola com água na boca... E  nada resulta (só me faltava experimentar utilizar óculos de mergulho).
Tinha de arranjar uma solução. Não posso viver atormentada por isto o resto da vida não é verdade? Tenho de encarar os meus "medos" (não é isso que se costuma dizer?). "Oh Vanessa, por amor de Deus, estamos no século XXI, já inventaram picadores de cebolas!" Pois bem, foi exatamente disso que fui à procura.
No domingo passado fui fazer umas comprinhas ao Lidl e encontrei este picador de cebola por 5€ (mais coisa, menos coisa). Foi o mais barato e giro (é sempre um bónus) que encontrei. E, se prometia acabar com a minha relação com as cebolas, estava disposta a investir nele.





Ainda só o utilizei uma vez para experimentar e devo dizer que é bem mais rápido, pica a cebola como deve de ser e nada de choradeiras. É só cortar a cebola em pedaços mais pequenos, por lá para dentro, rodar aquela "manivela" e está feito. Missão cumprida!

E vocês, costumam aventurar-se na cozinha? Como é a vossa relação com cebolas? São valentes e é à moda antiga ou são fãs de picadores como eu?

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Vanessa S.

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

De Saltos às Compras #3

Ontem decidi, finalmente, tentar aproveitar os saldos. A minha estratégia de jogo era, essencialmente, passar pela Bershka e pela Stradivarius para ver se conseguia encontrar algumas camisolas para o Outono/Inverno.
Por entre montes de roupa e aglomerados de gente, lá consegui encontrar algumas coisitas a um preço bastante acessível.



1. Bershka, inicialmente a 22.99€ agora a 5.99€
2. Stradivarius, inicialmente a 19.95€, agora a 9.99€
3. Bershka, inicialmente a 14.99€, agora a 3.99€


Sim, bem sei que já vou um pouco atrasada na tendência das calças coloridas. A verdade, é que sempre gostei bastante desta moda. No entanto, e por algum motivo do meu subconsciente, nunca tinha adquirido nenhumas. Ontem, ao passar pela Stradivarius, logo à entrada, vi um monte com calças e estas assim num tom menta saltaram-me à vista. As únicas no meu número! Era o destino. Tive de as trazer. 
A camisola às ricas brancas e cremes é ótima para aqueles dias mesmo frios de Inverno em que só nos apetece ficar em casa no sofá, enroscadinhos numa manta a ver filmes e a beber chocolate quente mas, infelizmente, lá temos de nos arrastar para o trabalho. É super fofinha e, os tons neutros facilitam a combinação com outras peças de roupa. Ela estava marcada a 9.99€ mas, quando cheguei à caixa, foi só 5.99€ (é deste tipo de surpresas que eu gosto). Eu sabia que estava-mos destinada uma à outra.
A outra camisola é assim num tom esverdeado e tem remendos nos cotovelos, num material que pretende imitar o couro. Achei-a super gira para aqueles dias  um pouco cinzentos de Outono. Há que dar alguma alegria a esses dias não é verdade? Comprei outra igual com riscas azuis escuras e brancas (como podem ver, gostei mesmo desta camisola). Além disso, as ricas nunca passam de moda. Podem ver-se mais ou menos, mas elas andam sempre por aí. Portanto, bem que se pode dizer que são peças intemporais.

O que acham das minhas novas aquisições? E vocês já compraram muita coisa nos saldos?

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Vanessa S.

sábado, 2 de agosto de 2014

Manicure de Sábado à Noite #4

Para as unhas desta semana sabia que queria algo simples e em tons de menta e turquesa. Mas não sabia bem o que fazer. Enquanto andava a navegar pelas maravilhas do facebook encontrei uma imagem que me serviu de inspiração. E pronto, deu nisto.
É uma espécie de padrão geométrico bem fácil de fazer e colorido, como se quer para o Verão (se bem que, a cor deste verão tem sido mais cinzento, como se pode ver pelo tempo...).






1. Risqué, Ultra Brilho, Linha de Tratamento
2. Cliché, Branco
3. Rimmel London, 239 Your Majesty
4. Oriflame, 26541 Turquoise
5. H&M, Mint Madness


O que acham? Gostam? Usavam?

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Vanessa S.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

O que queres ser quando fores grande?

Desde pequeninos que os adultos nos perguntam o que queremos ser quando formos grandes. Ouvem-se as mais variadas respostas: super-herói, médico, veterinária, futebolistas ou, no meu caso, uma bailarina. Depois fingem-se interessados e  dizem-nos que temos de estudar e trabalhar muito para isso (como se, naquela idade, estivesse-mos a prestar atenção às suas lições de vida),e que nada na vida se obtém sem esforço. Que somos muito novos e, um dia, entenderemos. Nunca percebi esta mania dos adultos. Que raio de pergunta.
Com o tempo fui crescendo e deixei de querer ser bailarina, passei a querer ser professora, depois jornalista, advogada e, finalmente, acabei por seguir psicologia. Um dia, espero vir a ser psicóloga. Mas não é só isto que quero ser.
É claro que espero ser bem sucedida profissionalmente, tem um emprego estável, gostar do que faço e, progressivamente, evoluir na carreira. Mas não é só isso que quero ser.

Desde pequenos nos perguntam o que queremos ser quando formos grandes, e esperam que lhes respondamos com uma profissão. Mas eu não quero ser só a minha profissão. Não quero ser definida por um diploma académico. Quero ser mais do que isso.
Quero ser independente, quero viajar, conhecer novas pessoas e novas culturas. Quero cometer as loucuras típicas da minha idade, quero sair, divertir-me com os meus amigos. Quero ajudar, fazer voluntariado, dar o meu contributo para a sociedade. Quero provar a mim mesma que sou capaz. Quero ter a minha casa, a minha família...
Quero ser a Doutora Vanessa, mas não só. Também quero ser a amiga, a voluntária, a filha, a namorada/mulher, a mãe...





A minha profissão será, sem dúvida, uma parte de mim. Mas, só por si, não me definirá. Porque eu quero ser muito mais do que isso.
Chegamos a uma certa idade e os adultos deixam de nos fazer este tipo de perguntas (talvez por nos começarmos a assemelhar com eles). No entanto, só agora percebi o sentido desta pergunta e a importância da sua resposta. Quando for grande não quero ser só psicóloga. Quero ser eu. Quero ser feliz.


Lembrem-se:
Keep your heels, head and standards high,
Vanessa S.